Os acompanhantes da web

Segundo Rigo para este tipo de tarefa podem ser utilizadas várias fontes de dados, sendo a principal o arquivo de registros de acesso encontrado em um servidor Web. Quando um recurso é solicitado ao servidor Web, um registro é adicionado automaticamente. A página da Web contém diversos elementos que geram cada um deles, uma requisição, como por exemplo, imagens, tags complementares de HTML, scripts, etc. Além disso, alguns destes acessos ficam armazenados na memória temporária (cache), podendo sofrer modificações no decorrer da navegação de acompanhantes rio preto.

Um usuário pode ser mais facilmente identificado, assim como sua sessão de acesso, quando a fonte de dados é alimentada pela aplicação Web. No entanto, quando se trata do uso de registros de acesso do servidor Web, é provável que haja alguma margem de erro, já que a definição inicial e final da sessão do usuário pode conter novas descobertas e informações inconsistentes.

Estes registros de acesso do servidor Web são armazenados no formato já citado CLF, mas com algumas informações adicionais. Podem ser inseridos formatos proprietários e extensões que descrevem arquivos de texto contendo o endereço da requisição, data e horário de acesso, parâmetros recebidos, estados finais, quantidade de dados transferidos e o navegador utilizado para o acesso.

De acordo com Rigo (2008), os dados são organizados em diferentes níveis de abstração, e para compreender as etapas anteriores e exteriores da abstração de dados, existe um nível conhecido como sessão de acesso do usuário. “Uma sessão compreende todas as visualizações de páginas da Web de um único usuário em determinado período de tempo que constitui uma visita deste a um site Web”.

O autor completa que ainda podem existir conjuntos de subseções que compreendem as tarefas realizadas pelo usuário durante seu acesso. A tabela 5 exemplifica como é feita a análise de uma sessão de acesso do usuário a partir de dados do servidor Web.

Há também alternativas para a seleção de fontes de dados, uma delas são os cookies, um conjunto de dados trocados entre o navegador e o servidor HTTP, colocado em um arquivo de texto localizado no computador do usuário. Sua principal aplicação é o armazenamento de preferências ou histórico do usuário.

A descoberta de padrões refere-se à extração e reconhecimento de características, regras e regularidades sobre acessos a páginas da Web, originados da análise de registros de acessos do servidor Web ou por aplicações específicas.

De acordo com Rigo (2008), entre as técnicas utilizadas, podem-se destacar as regras de associação e regras de padrões sequenciais que analisam o percurso de acesso do usuário no ambiente Web. Destacam-se também, em alguns casos, técnicas de classificação e técnicas como agrupamento.

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Informatização

A fim de melhorar a busca e disposição de dados nas páginas da web, o HTML5 incorpora o conceito de semântica criando novas tags para classificar seções específicas que organizam os dados dispostos no documento de acompanhantes jau.

Animações e streamings de áudio e vídeo, antes possibilitados apenas com a ferramenta Adobe Flash Player, agora são nativos do documento e possuem renderização inline.

Silva (2011) comenta também que outra boa e útil novidade a ser implementada pelo HTML5 é o conceito de degradação graciosa. Trata-se de um compromisso com o usuário de exibir o conteúdo do documento independente do modelo de hardware utilizado, sobretudo quando não for bom o suficiente para alguns cursos.

O conceito se aplica também no tratamento de erros. Ao invés de apresentar uma mensagem de erro ao usuário, é preferível a utilização da degradação graciosa, apresentando o conteúdo sem muita perda visual.

O impasse, ainda que não tão alarmante, é tornar o HTML5 cem por cento utilizável nos navegadores atuais. Para isso, é necessário um projeto web que adapte todas as funcionalidades excedentes de maneira satisfatória.

A internet foi desenvolvida por militares americanos que tiveram a ideia de conectar computadores em rede. Em 1967, deram o primeiro nome à internet, chamada de ARPAnet, até então a única rede existente. Mais adiante, surgiu a primeira rede sem fio, criada por Norm Abramson e chamada de AlohaNet, a qual após algum tempo foi subsidiada por Larry Roberts.

            Segundo Glenwright (2001), a ARPAnet teve sua primeira aparição em 1972, atingindo grande impacto na época. O crescimento foi tão grande que o tráfego de dados chegou a um milhão de acessos por dia. Porém, a ARPAnet tornou-se obsoleta e foi desativada em 1990.

            Nas palavras do Web Foundation, em 12 de março de 1989 foi oficializada a World Wide Web por meio de um artigo escrito por Tim Berners-Lee. De imediato, o documento foi ignorado, mas seu inventor o manteve até 1990. Essa nova proposta apresentava o acesso às páginas com hyperlinks, ou seja, tornava-se realidade a integração entre documentos da Web por meio de links.

Dentre as inovações propostas por Tim, ainda estão a URI, uma espécie de endereço único para determinado recurso da Web e o protocolo de transferência de dados HTTP.

            No entanto, somente em 1994, com o lançamento do site da Casa Branca, autorizado pelo vice-presidente Al Gore, é que a Web ganhou sua aprovação. Entretanto, um ano antes, a WWW já estava disponível no mundo todo.

            Em 1994, diante da necessidade de manter um padrão para a Web e assim permitir seu crescimento mundialmente, Tim propôs o consórcio W3C para manter a Web íntegra e funcional no mundo inteiro.

Fonte: http://mulhersemvergonha.com